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17/05/2020

Síndrome Metabólica - Uma doença silenciosa e muito perigosa

                                           

O que é síndrome metabólica ?

O termo Síndrome Metabólica descreve um conjunto de fatores de risco que se manifestam num indivíduo e aumentam as chances de desenvolver doenças cardíacas, derrames e diabetes. A síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da alimentação inadequada, hábitos como tabagismo e do sedentarismo.
Nos países desenvolvidos, a síndrome metabólica é um problema grave. Nos Estados Unidos, mais de 40% das pessoas acima de 50 anos de idade podem ter a síndrome metabólica. Até crianças e adolescentes podem ter a síndrome metabólica, mas o número exato de pessoas afetadas é desconhecido.
Tem uma prevalência na população de 20-25%, mas isso depende do país, da raça e da idade. Atualmente, a epidemia de obesidade que vivenciamos é certamente a maior responsável pelo aumento significativo na prevalência da síndrome metabólica.
A probabilidade de desenvolver a síndrome metabólica é maior quando as pessoas armazenam excesso de gordura abdominal. 
Esse armazenamento provoca aumenta o risco dos seguintes problemas:
Doença arterial coronariana
Hipertensão arterial
Diabetes tipo 2
Níveis anormais de gorduras, incluindo colesterol, no sangue (dislipidemia)
Esteatose hepática
Gota
Síndrome do ovário policístico (em mulheres)
Doença renal crônica
Apneia obstrutiva do sono
Disfunção erétil (em homens)

A síndrome metabólica inclui:
Hipertensão arterial, 
Nível elevado de açúcar no sangue, 
Excesso de gordura corporal em torno da cintura e 
Níveis de colesterol anormais. 

Sintomas:
Praticamente todos os componentes da síndrome são inimigos ocultos porque não provocam sintomas, mas representam fatores de risco para doenças cardiovasculares graves.

Diagnóstico:
Para diagnosticar a síndrome metabólica, os médicos medem a circunferência abdominal, a pressão arterial e os níveis de açúcar (glucose) e gordura (lipídios) no sangue em jejum.
A circunferência abdominal deve ser medida em todas as pessoas porque mesmo aquelas sem sobrepeso ou que parecem magras podem armazenar excesso de gordura abdominal. Quanto maior a circunferência abdominal, maior o risco de síndrome metabólica e suas complicações. O risco é substancialmente maior se a circunferência abdominal for maior que:
79 centímetros (31 polegadas) em mulheres brancas
72 centímetros (28 polegadas) em mulheres indianas
93 centímetros (37 polegadas) em homens brancos
78 centímetros (30,7 polegadas) em homens indianos
Se a circunferência abdominal for alta, os médicos devem medir a pressão arterial e os níveis de açúcar e gordura no sangue em jejum. Os níveis de açúcar e gordura no sangue são geralmente anormais.
A síndrome metabólica é diagnosticada quando a circunferência abdominal for igual a 102 centímetros (40 polegadas) ou mais nos homens ou igual a 88 centímetros (35 polegadas) ou mais nas mulheres (indicando excesso de gordura abdominal) e quando as pessoas receberam ou estiverem recebendo tratamento para dois ou mais dos problemas abaixo:
Nível de açúcar no sangue em jejum igual a 100 mg/dl (miligramas por decilitro) ou maior
Pressão arterial igual a 130/85 mm Hg (milímetros de mercúrio) ou maior
Nível de triglicérides (uma gordura) no sangue em jejum igual a 150 mg/dl ou maior
Nível de lipoproteína de alta densidade (HDL – colesterol bom) de 40 mg/dl ou menos nos homens ou 50 mg/dl ou menos nas mulheres
Alguns marcadores no sangue, entre eles a proteína C-reativa (PCR), são indicativos da síndrome.
Obesidade central ou periférica determinada pelo índice de massa corpórea (IMC), ou pela medida da circunferência abdominal (nos homens, o valor normal vai até 102 e nas mulheres, até 88), ou pela relação entre as medidas da cintura e do quadril.
Além de uma grande circunferência da cintura, a maioria dos distúrbios associados à síndrome metabólica não apresenta sintomas.
Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica. Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais.

O que são doenças metabólicas ?
Doenças metabólicas são condições onde os processos organicos do corpo estão funcionando de forma incorreta. Por exemplo, no Diabetes há uma dificuldade na utilização da glicose pelas células e também há um aumento na produção desta pelo organismo.
A Síndrome Metabólica tem como base a resistência à ação da insulina (hormônio responsável pelo metabolismo da glicose), daí também ser conhecida como síndrome de resistência à insulina. Isto é: a insulina age menos nos tecidos, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina e elevando o seu nível no sangue. Alguns fatores contribuem para o seu aparecimento: 
os genéticos, 
excesso de peso (principalmente na região abdominal) 
e a ausência de atividade física (sedentarismo).

Fatores de risco:
Grande quantidade de gordura abdominal: em homens, cintura com mais de 102 cm e nas mulheres, maior que 88 cm;
Baixo HDL ("bom colesterol"): em homens, menos que 40mg/dl e nas mulheres menos do que 50mg/dl;
Triglicerídeos elevados (nível de gordura no sangue): 150mg/dl ou superior;
Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior ou se está utilizando algum medicamento para reduzir a pressão;
Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
Obesidade, especialmente obesidade central ou periférica que deixa o corpo com o formato de maçã e está associada à presença de gordura visceral;
Ácido úrico elevado;
Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;
Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;
Processos inflamatórios (a inflamação da camada interna dos vasos sanguíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares);
Resistência à insulina por causas genéticas.
Ter três ou mais dos fatores acima é um sinal da presença da resistência insulínica. Esta resistência significa que mais insulina do que a quantidade normal está sendo necessária para manter o organismo funcionando e a glicose em níveis normais.
A maioria das pessoas que tem a Síndrome Metabólica sente-se bem e não tem sintomas. Entretanto, elas estão na faixa de risco para o desenvolvimento de doenças graves, como as cardiovasculares e o diabetes.

Resistência à insulina (insulina x diabetes)
A justificativa para esse acréscimo alarmante nas chances de desenvolver o diabetes tipo 2 é que todas as doenças que fazem parte da Síndrome Metabólica têm como base a resistência à ação da insulina.
Isto quer dizer que o hormônio passa a agir no organismo de maneira desordenada, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina, o que aumenta o seu nível no sangue. E a consequência desse acréscimo, como sabemos, é o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Qual o Tratamento ?
Se você encontra-se no grupo de risco, ou seja, é sedentário, está com sobrepeso, tem histórico de diabetes na família, está com os níveis elevados de gordura no sangue, ou pressão alta, fique atento, pois pode estar a um passo da síndrome metabólica.
Então, o mais importante a se fazer é procurar um médico. Ele fará todos os exames e identificará o melhor tratamento para você. 
O aumento da atividade física e a perda de peso são as melhores formas de tratamento, mas pode ser necessário o uso de medicamentos para tratar os fatores de risco. Entre eles estão os chamados "sensibilizadores da insulina", que ajudam a baixar a açúcar no sangue, os medicamentos para pressão alta e os para baixar a gordura no sangue.
Se você identificou em seu organismo alguns dos fatores, descritos acima, procure um profissional. O endocrinologista é o especialista em hormônios e metabolismo, que pode fazer o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento mais adequado se você tiver a síndrome.
Para o tratamento de pacientes com síndrome metabólica a redução do peso é fundamental visando diminuir 5 a 10% do peso corporal inicial. A alimentação visa reduzir a ingestão de gorduras saturadas e trans. (hidrogenados) e preferir as gorduras insaturadas, aumentar a ingestão de frutas, hortaliças e leguminosa, reduzir a ingestão de açúcar, realizar o acréscimo de cereais integrais à dieta.
A prática de exercícios físicos deve ser orientada com uma duração mínima de 30 minutos, de intensidade moderada, no mínimo 05 vezes por semana.

Síndrome Metabólica Tem Prevenção ?
Perder peso e praticar alguma atividade física são as melhores formas de prevenir e tratar a Síndrome Metabólica. Detectar o problema pode reduzir o aparecimento de futuras doenças cardíacas. Além disso, você terá tempo de mudar seu estilo de vida, evitando o desenvolvimento de diversas complicações.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Prevalência:
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos.
Embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a síndrome metabólica, mesmo sendo magras.

Recomendações:
Passe por avaliação médica regularmente, mesmo que não esteja muito acima do peso, para identificar a instalação de possíveis fatores de risco;
Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais;
Deixe o carro em casa e caminhe até a padaria ou a banca de revistas. Sempre que possível, use as escadas em vez do elevador. Atividade física não é só a que se pratica nas academias;
Escolha criteriosamente os alimentos que farão parte de sua dieta diária. As dietas do Mediterrâneo, ricas em gorduras não-saturadas e com reduzida ingestão de carboidratos, tem-se mostrado eficazes para perder peso;
Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica.
A união de má alimentação com sedentarismo tem como resultado um dos maiores problemas da sociedade moderna: a obesidade! E junto com a obesidade, podemos ter outras doenças, como aumento da pressão arterial, açúcar elevado no sangue, excesso de gordura corporal na cintura e os níveis de colesterol ou triglicérides anormais. A união desses problemas pode desencadear na chamada síndrome metabólica.
Segundo a American Heart Association, cerca de 47 milhões de americanos foram detectados com o problema. O que significa que um em cada seis pessoas apresentam a síndrome metabólica nos Estados Unidos.
Claro que qualquer um desses fatores de risco não fazem bem para a saúde. Porém, quando eles se juntam, podem apresentar um cenário ainda mais grave, como o aumento da chance de desenvolver doenças cardíacas, o que pode levar a ataques cardíacos e derrames. Além disso, também aumentam em cinco vezes o risco de diabetes tipo 2.
E para finalizar pode ser feito o uso de probióticos e probióticos, pois há relação entre a flora ou microbiota intestinal e doenças crônicas, sendo demonstrado que tanto a diversidade, como os tipos de bactérias (quantidade e qualidade), presentes no intestino influenciam a ocorrência de algumas doenças.
Com as medidas não farmacológicas, principalmente perda de peso, mudanças dietéticas e exercício físico, é possível normalizar as alterações metabólicas sem necessidade de medicamentos e independentemente dos critérios utilizados para seu diagnóstico, é de comum acordo que mudanças no estilo de vida, com o objetivo primário de perda de peso, sejam introduzidas sempre.

Prof. Leonardo Menezes
Cref.9800G-SC

06/04/2008

AJUSTE SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO

A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL TEM UMA ENORME RELAÇÃO COM SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO. MELHORE A DIETA E AUMENTE SUA SAÚDE. O sistema imunológico é uma complexa rede de tecidos, orgãos, células e substâncias que protegem o nosso corpo de infecções e doenças. Como o corpo está constantemente em contato com microorganismos, esse complexo sistema defende o organismo de invasores externos.
Estudos recentes têm associado o impacto positivo da prática regular de exercícios físicos na melhora do sistema imunológico. O exercício de média intensidade está associado à diminuição de episódios de infecção devido a melhoria de funçõesde importantes componentes imunológicos. Porém, vale ressaltar, que quando praticado além de determinado limite, o exercício se associa ao aumento de incidência de doenças infecciosas, notadamente das vias respiratórias. Por outro lado, outros estudos têm mostrado que a alimentação regrada e alguns nutrientes específicos podem beneficiar em muito a resposta imunológica, os quais devem ser priorizados em fases mais intenças de treinamento e competição. Segue abaixo algumas dicas de alimentos e nutrientes que podem auxiliar o sistema imunológico.
  1. Gorduras "boas" (EFA's) - Alguns ácidos graxos insaturados têm o poder de melhorar a resposta imunológica quando associados a uma alimentação balanceada. Podemos destacar os ômegas 3 e 6, que tem como principal função a regulação de algumas células imunológicas. Esses nutrientes estão em peixes (salmão, sardinha...), óleos (azeite extra virgem...) e castanhas (nozes, castanha do pará e caju).
  2. Carotenóides - Encontrados principalmente em vegetais e frutas de cores amarela, laranja e vermelhas. Ativam o sistema imunológico, logo melhoram a defesa do organismo.
  3. Vitamina E - Encontrado em alguns óleos vegetais como óleo de milho, soja e no azeite de oliva. Quando ingeridos melhoram a resposta imunológica e tambem considerado um antioxidante.
  4. Vitamina C - Tem ação atioxidante e melhora os efeitos da vitamina E, regenerando suas formulas de ação quando ocorrem formações de radicais livres. Têm efeitos benéficos principalmente em infecções respiratórias e nas gripes. Fontes: laranja, acerola, limão, abacaxi entre outras frutas ácidas.
  5. Carboidratos - Tem sido frequentemente associado a melhora do sistema imune, especialmente se suplementado durante treinos longos ou intensos. Deve ser consumido na alimentação de forma fracionada principalmente logo após os treinos.
  6. Probióticos - São bactérias benéficas contidas no iogurte, leite fermentado ou vendidas nas forma de suplementos, que reforçam o sistema imune.

Tente acrescentar gradualmente estas dicas em seus hábitos alimentares e sinta uma melhora significativa no seu sistema imune.

17/09/2007

Índice de Massa Corporea

O índice de massa corporal tem sido largamente utilizado como índice para problemas relacionado com a sindrome metabólica, pela facilidade de testar grande número de indivíduos.
Peso (Kg)
------------ = I.M.C.
Altura (m)2
Apesar de não discriminar os componentes gordo e magro da massa corporal total, o IMC é o método mais utilizado para avaliação do grau de risco associado à obesidade, já que diversos estudos demonstram uma íntima relação entre IMC aumentado e risco de doenças. Como interpretar seu resultado de IMC
  • Até 18,4: Você está com o peso abaixo do normal. Consulte um especialista para saber se há algum problema com sua saúde que esteja causando este peso abaixo do normal, ou se o peso abaixo do normal pode estar de alguma forma ameaçando sua saúde.
  • 18,5 a 24,9: Seu peso está dentro da faixa considerada normal pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 18,5 a 24,9 de índice de massa corporal (IMC). Algumas pessoas, no entanto, já podem ter um maior risco de problemas metabólicas mesmo dentro desta faixa, principalmente se acumularem gordura na região interna do abdome. Uma maneira simples de avaliar isto é medir a circunferência da cintura. Mais de 80 cm de cintura em mulheres e 94 cm em homens podem indicar um possível excesso de gordura no interior do abdomem. Riscos à parte, muita gente que se encontra nesta faixa de peso considerada normal tenta emagrecer, principalmente por razões estéticas. Para estas pessoas recomenda-se apenas um planejamento alimentar saudável e a prática regular de atividades físicas. Os remédios para emagrecer em princípio não estão indicados.
  • 24,5 a 29,9: Você está dentro da faixa chamada de pré-obesidade pela Organização Mundial de Saúde. Sabe-se que este peso já pode representar um risco considerável para a saúde. Se você também está com a pressão alta, diabetes ou aumento de colesterol, os remédios para emagrecer serão indicados se você não conseguir emagrecer sem eles. Nunca utilize nenhum deles sem um acompanhamento médico cuidadoso. Mesmo utilizando medicamentos, lembre-se de que é muito importante um planejamento alimentar e a prática de atividades físicas. A eficácia dos medicamentos aumenta muito quando estes fundamentos não são esquecidos.
  • 30,0 a 34,9: Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe I” pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 30 a 34,9 kg/m2 de IMC. Seu peso já está causando um risco aumentado para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. Sua obesidade, por si só, já é considerada uma doença e necessita ser tratada com remédios. Procure seu médico para uma orientação adequada. Nunca utilize medicamentos sem acompanhamento médico, e lembre-se de que é muito importante um planejamento alimentar e a prática de atividades físicas. A eficácia dos medicamentos aumenta muito quando estes fundamentos não são esquecidos.
  • 35,0 a 39,9: Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe II” pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 35 a 39,9 kg/m2 de IMC. Seu peso já está causando um risco muito aumentado para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. Sua obesidade, por si só, já é considerada uma doença e necessita ser tratada com remédios. Se você além disso tem também diabetes, hipertensão arterial ou outra complicação importante da obesidade, a cirurgia para emagrecer pode ser a melhor solução para o seu caso. Procure seu médico para uma orientação adequada.
  • 40 ou mais Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe III” pela Organização Mundial de Saúde. Esta categoria engloba todos as pessoas com mais de 40 kg/m2 de IMC. Muitas vezes é chamada também de obesidade mórbida. Seu peso já está causando um risco altíssimo para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. A obesidade neste grau é considerada uma doença grave e necessita ser tratada com todos os recursos disponíveis, incluindo os remédios e a cirurgia para emagrecer. Procure seu médico para uma orientação adequada.

12/09/2007

Classificação dos Nutrientes

Os nutrientes são obtidos por meio da ingestão dos diferentes alimentos e são classificados em macronutrientes e micronutrientes, de acordo com as necessidades de ingestão necessárias para o ótimo funcionamento orgânico. Dentre os macronutrientes: os carboidratos, as proteínas, as gorduras e a agua, nutrientes que são necessários em maiores quantidades do que os micronutrientes. Classificados na categoria dos micronutrientes temos as vitaminas e os minerais, os quais são necessários em pequenas quantidades, mas com vital importância ao bom funcionamento orgânico. Os nutrientes ainda são classificados de acordo com suas principais funções dentro do metabolismo orgânico, sendo estas funções:

  • Produção de energia - nutrientes energéticos: carboidratos, gorduras e proteínas. Sendo as proteínas utilizadas para o fornecimento de energia somente quando ocorrer a falta de carboidratos e gorduras disponíveis ao metabolismo energético.
  • Construção e manutenção dos tecidos - nutrientes construtores ou plásticos: proteínas, vitaminas e minerais.
  • Reguladores - controladores do metabolismo: vitaminas, minerais e agua.
Devido à necessidade de ingestão destes nutrientes em diferentes proporções, para que sejam satisfeitas as demandas orgânicas - de acordo com diversos fatores, tais como sexo, idade e grau de atividade física - foram desenvolvidas técnicas de manipulação destas quantidades. Estas técnicas recebem a denominação de modulação de macronutrientes, nas quais as proporções dos diversos macronutrientes são alteradas de acordo com as necessidades metabólicas decorrentes das diversas solicitações impostas ao organismo, bem como as características biológicas de cada indivíduo.