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11/06/2020

Estilo de vida Low Carb

DIETA LOW-CARB: O QUE É, PRA QUEM É E QUAIS SÃO OS ERROS COMETIDOS POR QUEM FAZ


De tempos em tempos, surge a “dieta da vez”, que promete enxugar vários quilos — nem sempre da forma mais saudável possível. A que mais se comenta nos últimos meses é a dieta low carb.
Você sabe o que é dieta low-carb? Se você já pesquisou dicas de emagrecimento na internet, é muito provável que tenha se deparado com esse esquema de alimentação, que realmente pode oferecer bons resultados para a perda de peso. Porém, para que o organismo se mantenha saudável e você consiga manter a nova silhueta, é necessário seguir alguns cuidados ao adotar essa dieta – do contrário, sua alimentação pode acabar trazendo prejuízos.

O que é dieta low-carb ?

A dieta low-carb é um regime alimentar em que se reduz o consumo de carboidrato (açúcar), o nutriente que fornece energia ao organismo e que está presente em alimentos como pães, massas, cereais, tubérculos, frutas, doces etc. Para compensar essa diminuição, deve-se aumentar a ingestão de proteínas e gorduras consideradas boas.
A ideia, então, é ingerir uma quantidade menor de carboidratos — se comparado a dieta convencional —, fazendo substituições e elaborando cardápios focados em proteínas e fibras. Como citado, o nutriente, que tem sido apresentado como vilão, é necessário para o corpo. Por isso, a ajuda de um nutricionista é indispensável nessas horas, pois esse profissional saberá dosar e elaborar um plano alimentar para cada paciente.
Em uma alimentação convencional, os carboidratos correspondem de 50% a 60% dos nutrientes ingeridos. Não existe uma porcentagem exata de carboidratos que possam ser consumidos na dieta low-carb, porém, mesmo com 10% de redução, já é possível observar seus efeitos – entre eles, a saciedade prolongada, a diminuição dos níveis de triglicerídeos no sangue, o aumento do colesterol bom (HDL) e o controle da pressão arterial.
Contudo, o efeito mais famoso da low-carb é o emagrecimento. Isso acontece porque, quando não há tanto açúcar disponível (a glicose derivada dos carboidratos), o organismo passa a queimar a gordura armazenada para gerar energia e manter todos os seus processos em funcionamento, levando à perda de peso. Além disso, reduzir o consumo de carboidratos evita os picos de insulina, um hormônio liberado pelo pâncreas que faz com que as moléculas de glicose do sangue entrem nas células. Em consequência, também são diminuídos os efeitos secundários da insulina – como o acúmulo de gordura na região abdominal e a fome logo após as refeições –, mais um fator que contribui para o emagrecimento.
Existem diversas vertentes das dietas low-carb, com diferentes graus de restrição ao consumo de carboidratos, como a dieta de Atkins, a cetogênica, a Dukan e a Paleolítica. 
Já se vão quase 50 anos desde que o médico americano Robert Atkins (1930-2003) lançou sua famosa dieta, caracterizada pela eliminação brutal de carboidratos (arroz, pães, massas…) e por uma maior permissividade em relação às gorduras. De lá pra cá, cardápios similares ficaram à espreita do prato, ora alcançando popularidade, ora caindo em desuso. A onda da vez, queridinha entre quem quer emagrecer sem demora, é conhecida como low carb, termo em inglês para cardápio com pouco carboidrato. Segundo o Google, principal site de buscas na internet, ela foi a dieta mais procurada em 2017 pelos brasileiros, com um crescimento de 986% em relação a 2016.
Porém, em geral, elas costumam adotar as seguintes listas:
Alimentos permitidos
  • Cortes magros de boi, porco e frango;
  • Peixes e frutos do mar;
  • Ovos;
  • Verduras: folhas verdes (alface, agrião, couve, espinafre, rúcula) e vegetais não amiláceos (brócolis, couve-flor, rabanete, berinjela);
  • Frutas com baixo índice glicêmico: abacate, amora, cereja, morango, mirtilo;
  • Laticínios: queijo, manteiga, creme de leite e iogurte sem adição de açúcar;
  • Nozes, amêndoas, castanhas e sementes (chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora);
  • Gorduras e óleos: azeite de oliva, óleo de coco, banha e óleo de peixe;
  • Bebidas: chá, café e água.

Alimentos de consumo limitado
  • Tubérculos: batata-inglesa, batata-doce, beterraba, cenoura, inhame e mandioca;
  • Grãos sem glúten e integrais: arroz, aveia, quinoa;
  • Leguminosas: feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico;
  • Frutas ricas em açúcar: maçã, pera, banana, melão etc.
Alimentos proibidos
  • Alimentos ricos em carboidratos refinado: massas com farinha branca, pão branco, doces, bolachas, refrigerantes, sorvetes, suco de frutas e outros produtos que recebem adição de açúcar;
  • Grãos com glúten: trigo, cevada e centeio;
  • Embutidos e carnes processadas: bacon, linguiça, salsicha, mortadela, salame etc.
  • Carnes com camada de gordura aparente: picanha, cupim, costela, frango com pele;
  • Alimentos com gordura trans: margarina, biscoitos e salgadinhos de pacote (essas gorduras também podem aparecer no rótulo como “gordura hidrogenada” ou “gordura parcialmente hidrogenada”);
  • Alimentos industrializados em geral.


Qual o efeito do baixo nível de carboidrato no corpo?

Existem muitas teorias que explicam o sucesso da dieta low carb. Uma delas é o controle da glicose sanguínea: o alto nível de carboidrato no corpo provoca variação nas taxas de glicose no sangue, o que se traduz em fome pouco tempo depois de cada refeição.
Isso acontece porque nossas células precisam de insulina para absorver a glicose e, quando o excesso de açúcar sai de circulação, nosso cérebro recebe um sinal de que o corpo precisa de mais glicose.
Além disso, a insulina estimula a lipogênese, que é a produção de gordura. Com a dieta low carb, estoques de gordura são utilizados como fonte de energia — ou seja, é mais fácil de gastar e, consequentemente, perder peso.
Outro efeito sentido logo nos primeiros dias de dieta é a diminuição da vontade de comer doces e outros carboidratos refinados (pães e massas brancas), além de alimentos processados.

Quais os resultados esperados com a dieta low carb?

Os resultados esperados com a dieta low carb são três:
  1. Mudança dos hábitos alimentares, auxiliando na reeducação alimentar e consequente diminuição de açúcar e alimentos processados;
  2. Controle da fome;
  3. Substituição da principal fonte de energia do corpo, passando dos carboidratos para as próprias reservas de gordura.

Quais são os riscos apresentados pela low carb?

Ao tirar o consumo de boa parte dos carboidratos, a dieta low carb pode afetar o funcionamento correto do cérebro, a disposição para realizar tarefas simples do dia a dia e até mesmo o crescimento muscular.
Outro risco é a alteração no pH do sangue. Com o aumento do consumo de proteínas, o sangue pode ficar muito ácido, o que pode levar a complicações como a osteoporose. Se feita de forma equivocada, a dieta pode causar diminuição em excesso da massa magra, irritabilidade, dores de cabeça, queda de pressão e sobrecarga da função renal — resultado do excesso de proteínas.

Quando a dieta low carb não é indicada?

Quem já sofre com insuficiência renal não pode seguir a low carb, assim como quem tem diabetes ou insuficiência cardíaca e renal. Atletas e praticantes de atividades físicas também precisam consultar um nutricionista, pois podem acabar se sabotando ao cortar carboidratos sem um acompanhamento.
Caso esteja considerando aderir à dieta low carb, busque o auxílio de um profissional da área, que poderá calcular a quantidade exata de carboidratos a serem ingeridos e elaborar um cardápio balanceado

Os principais erros de quem adota a dieta low-carb

A dieta low-carb é uma das mais queridinhas do momento, e muita gente tem conseguido emagrecer ao segui-la. Porém, isso não significa que você simplesmente possa cortar todos os carboidratos da sua alimentação e adotar essa dieta por conta própria. 
Ao submeter o corpo a uma privação extrema de açúcares, existe o risco de haver uma diminuição no metabolismo basal, pois o organismo vai entender que precisa “economizar” suas reservas, inclusive a gordura. Assim, em vez de gastar tecido adiposo para produzir energia, ele vai queimar os aminoácidos presentes nos músculos, o que dificulta o emagrecimento e gera a perda de massa magra.
Porém, antes de levar o organismo a esse estado, uma dieta low-carb pode causar outros prejuízos se for feita de maneira equivocada. Conheça os principais erros cometidos pelos adeptos desse tipo de alimentação:

1. Parar de comer carboidratos totalmente
Fazer uma dieta low-carb significa que você deve reduzir o consumo de carboidratos, não cortá-los completamente – afinal, eles são um dos três macronutrientes principais para o nosso organismo, junto com as proteínas e os lipídeos (gorduras).
Assim, se você simplesmente para de fornecer açúcar para o seu corpo, ele vai entrar em estado de cetose, que consiste na queima de gordura para produzir energia, dando origem a moléculas chamadas corpos cetônicos.
Embora esse seja o princípio da perda de peso das dietas low-carb, a cetose também causa sintomas como dor de cabeça, tontura, enjoo, gosto metálico na boca, mau hálito e fraqueza. Dessa forma, em um estado de cetose prolongado, esses efeitos desagradáveis podem fazer com que você desista da dieta, além de induzir o organismo a queimar a massa magra para obter energia.

2. Não diferenciar carboidratos bons e ruins
Embora todos os carboidratos sejam açúcares, eles não são todos iguais, dividindo-se em “bons” e “ruins”. Os carboidratos ruins são rapidamente absorvidos pelo organismo, levando a um pico de liberação de insulina – por isso, dizemos que eles têm um alto índice glicêmico –, e são esses que costumam entrar nas listas de “alimentos proibidos”. 
Os carboidratos bons, por sua vez, costumam estar presentes em alimentos ricos em fibras, de forma que eles levam mais tempo para ser digeridos e absorvidos. Assim, eles não despertam o pico de insulina (ou o fazem em grau menor) e devem ser mantidos na dieta, mesmo que com consumo limitado, pois são as principais fontes de vitaminas e minerais (principalmente no caso das verduras e legumes não amiláceos).
Leguminosas, tubérculos, cereais integrais e a maioria das frutas têm índice glicêmico relativamente baixo; porém, por apresentar uma quantidade muito grande de carboidratos, diversas variações das dietas low-carb acabam restringindo ou até mesmo proibindo totalmente o consumo desses alimentos, o que nem sempre é realmente saudável.

3. Consumir gorduras ruins em excesso
Um dos erros mais frequentes de quem adota uma dieta low-carb é acreditar que qualquer alimento pobre em carboidratos pode ser consumido à vontade, o que pode levar a uma ingestão excessiva de gorduras saturadas e trans, que aumentam os níveis de colesterol ruim no sangue e favorecem as doenças cardiovasculares.
Dessa forma, embutidos, carnes processadas e cortes gordurosos devem ser evitados por serem ricos em gorduras saturadas, enquanto produtos industrializados devem ficar fora da alimentação por terem gordura trans.
Em vez disso, consuma alimentos ricos em gorduras boas, como nozes, castanhas, sementes e azeite de oliva, e dê preferência às carnes magras.

4. Não ter acompanhamento profissional
Como você pôde perceber, a dieta low-carb não consiste em apenas cortar o consumo de carboidratos. A quantidade ideal desse nutriente e a maneira como ele é distribuído ao longo do dia variam de pessoa para pessoa, de forma que cada indivíduo apresenta necessidades diferentes.
Além disso, os excessos no consumo de gorduras e proteínas para compensar a diminuição da ingestão de carboidratos também podem trazer prejuízos à saúde, o que torna muito arriscada a prática de seguir um cardápio pronto.
Por isso, mesmo que você saiba o que é dieta low-carb e os principais erros que devem ser evitados, qualquer tipo de regime deve ser feito apenas com orientação de um nutricionista ou nutrólogo, garantindo que todas as necessidades do seu organismo estão sendo supridas e que você não desenvolverá problemas mais sérios no futuro.

Benefícios para a saúde:
Seguir uma dieta Low Carb pode trazer vários benefícios para a saúde como:
  • Previne diabetes: Como este regime propõe ingerir apenas carboidratos com índice glicêmico baixo ou moderado, ele pode ajudar a prevenir o diabetes tipo 2. Isto porque ao ingerir carboidratos de índice glicêmico alto, ocorre um aumento do nível de glicose no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina no organismo, mais ele se torna resistente a ela e é necessária maiores quantidades deste hormônio para transportar a mesma quantia de glicose, aumentando o risco do quadro de resistência à insulina que pode evoluir para o diabetes tipo 2
  • Conferir maior saciedade, pois o aumento no consumo de proteínas e gorduras afasta a fome por mais tempo;
  • Regular controlar os níveis de colesterol e triglicerídeos, assim como aumentar o colesterol bom HDL, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares;
  • Melhorar o funcionamento do intestino, por conter mais alimentos ricos em fibras;
  • Favorecer a perda de peso, devido à redução de calorias, aumento da quantidade de fibras e controlo da glicemia;
  • Combater a retenção de líquidos, por estimular a produção de urina, eliminando o excesso de líquidos acumulado no corpo.

No entanto, para fazer este tipo de dieta em segurança é muito importante ter orientação de um nutricionista, já que o cálculo de carboidratos varia de acordo com as necessidades de cada pessoas e seu histórico. Além disso, o nutricionista também pode ajudar a reconhecer a quantidade de carboidratos presente em cada alimento, de forma a não ultrapassar o limite diário estabelecido.

Como fazer a Dieta Low Carb ?
Para fazer a dieta Low carb, deve-se retirar especialmente os carboidratos simples da alimentação, como açúcar, farinha refinada, refrigerantes e doces. Além disso, e dependendo da quantidade de carboidratos que se tenta atingir, também pode ser necessário restringir o consumo de carboidratos complexos, como pão, aveia, arroz ou macarrão, por exemplo.
A quantidade de carboidrato que deve ser eliminada da dieta varia de acordo com o metabolismo de cada um. Uma alimentação "normal" geralmente é alta em carboidratos, incluindo cerca de 250 g diários, e por esse motivo, a dieta Low Carb deve ser feita de forma progressiva, para que o organismo se acostume e não apareçam efeitos colaterais como dores de cabeça, tonturas ou alterações no humor. É importante que ao fazer esta dieta se façam 3 refeições principais e 2 lanches, para permitir o consumo de pequenas porções de alimentos ao longo do dia, diminuindo a sensação de fome. Estes lanches devem incluir ovos, queijos, castanhas, abacate e coco, por exemplo. O almoço e o jantar devem ser ricos em salada, proteína e azeite, podendo ter apenas um pouco de carboidratos. 


1. Castanhas com iogurte natural

Um lanche low carb super rápido e prático é a mistura de castanhas com iogurte natural. As castanhas e oleaginosas em geral, como avelã, amêndoas, nozes e amendoim, são ricas em gorduras boas, zinco e proteínas, além de terem um teor muito baixo de carboidratos.
Já o iogurte natural integral é rico em proteínas e gorduras, tendo baixa quantidade de carboidrato. No entanto, por ter um sabor amargo, muitas vezes a indústria adiciona açúcar para melhorar o paladar, mas o ideal é comprar o iogurte natural não adoçado.

2. Torta de Maçã Low Carb
A torta de maçã traz um sabor doce delicioso para os lanches, além de poder ser levada na marmita para a aula ou para o trabalho.

Ingredientes:
1 ovo
1/2 maçã
1 colher de sopa de farinha de amêndoa
2 colheres de sopa creme de leite ou iogurte natural
1 colher de chá de fermento em pó
Adoçante Stévia culinário a gosto
Canela a gosto
Manteiga ou óleo de coco para untar a frigideira
Modo de preparo:
Cortar a maçã em fatias finas e reservar. Bater o ovo, a farinha, o creme de leite ou iogurte e o fermento com o mixer ou com um garfo. Untar a frigideira com manteiga ou óleo de coco e pré-aquecer. Colocar em seguida o adoçante e canela, espalhar as fatias de maçã e, por cima de tudo, adicionar a massa. Tampar a frigideira e deixar cozinhar em fogo baixo por cerca de 7 minutos ou até a massa assar por completo. Colocar em um prato e polvilhar mais canela a gosto.

3. Bolinho de Abóbora
Este bolinho é rico em vitamina A da abóbora e gorduras boas do coco e das castanhas. Se preferir, não adicione adoçante nem castanhas na receita e use a massa como se fosse um pão, podendo recheá-lo com queijo, ovo ou frango desfiado, por exemplo.
Ingredientes:
2 ovos
1/4 xícara de chá de farinha de coco
1/2 xícara de chá de abóbora cozida amassada
1 colheres de sopa de adoçante culinário
1 colher de chá rasa de fermento em pó
1 colher de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de castanhas levemente trituradas (opcional)
Modo de preparo:
Bater todos os ingredientes com na batedeira ou liquidificador, menos as castanhas trituradas. Em seguida, despejar a massa em forminhas untadas ou de silicone, adicionar as castanhas levemente trituradas na massa e levar para assar em forno médio por cerca de 25 minutos até que o teste do palito indique que a massa está cozida. Rende cerca de 6 porções.

4. Crepioca de linhaça
Esta é a versão low carb da tradicional crepioca, mas a goma de tapioca é substituída por farinha de linhaça.
Ingredientes:
1 ovo
1,5 colher de farinha de linhaça
pitada de sal e orégano
2 colheres de sopa de queijo em cubos
2 colheres de sopa de tomate picado para rechear
Modo de preparo:
Misturar o ovo, a farinha de linhaça, o sal e o orégano em uma tigela funda e bater bem com o garfo. Adicionar o queijo e o tomate, ou o recheio de sua preferência, e misturar novamente. Untar uma frigideira com manteiga, azeite ou óleo de coco e despejar a massa, virando para dourar dos dois lados.


Veja receitas de Refeições Low Carb.

1. Macarrão de abobrinha
Uma porção de 100 gramas deste macarrão tem cerca de 59 calorias, 1,1 g de proteína, 5 g de gordura e 3 g de carboidratos.
Ingredientes
•    1 abobrinha pequena cortada em tiras fininhas
•    1 colher de chá de óleo de coco ou azeite
•    Sal marinho e pimenta do reino moída, a gosto
Modo de preparo:
Fatiar a abobrinha no seu comprimento no formato de macarrão tipo espaguete. Também existem fatiadores especiais que cortam o legumes na forma de espaguete. Em uma frigideira, aquecer o óleo de coco ou o azeite e coloque as tiras de abobrinha. Refogar por cerca de 5 minutos ou até a abobrinha começar a amolecer. Temperar com sal, alho e pimenta do reino. Desligar o fogo e acrescente a carne desejada e molho de tomate ou pesto.

2. Tortilha de espinafres

Uma porção de 80 gramas (¼ de tortilha) proporciona aproximadamente 107 calorias, 4 g de proteína, 9 g de gordura e 2,5 g de carboidratos.

Ingredientes
550 g de folhas de espinafre ou acelga;
4 claras de ovo ligeiramente batidas;
½ cebola picada;
1 colher de cebolinho picado;
Pitada de sal e pimenta;
Azeite.
Modo de preparo:
Colocar as folhas de espinafre numa frigideira, tampar e manter em fogo médico até que murchem, destapando e mexendo de vez em quando. Depois, retirar do fogo e deixar repousar durante alguns minutos num prato.
Na mesma frigideira, colocar um fio de azeite, a cebola, o cebolinho, o sal e a pimenta, e deixar que a cebola cozinhe até ficar ligeiramente dourada. Depois, juntar as claras de ovo e os espinafres, deixando cozinhar por mais 5 minutos, até que a tortilha fique dourada por baixo. Voltar a tortilha e cozinhar por mais 5 minutos do outro lado.

3. Tomates cherry recheados
Uma porção de 4 tomates cherry (65 g) têm cerca de 106 calorias, 5 g de proteína, 6 g de gordura e 5 g de carboidratos.
Ingredientes
400 g de tomates cherry (24 tomates aprox.);
8 colheres (150 g) de queijo de cabra;
2 colheres de azeite;
1 dente de alho amassado;
Sal e pimenta branca a gosto;
6 folhas de manjericão (para empratar)
Modo de preparo:
Lavar os tomates e cortar uma pequena tampa na parte superior, tirar a polpa do interior usando uma colher pequena e tendo cuidado para não furar o tomate. Rechear os tomates com o queijo de cabra. Num recipiente à parte, misturar o azeite com o alho, o sal e a pimenta e colocar sobre os tomates. Empratar com as folhas de manjericão cortadas em fatias.

4. Gelatina de morango e frutas
Uma porção desta gelatina com cerca de 90 g (1/3 de taça) apresenta, aproximadamente, 16 calorias, 1,4 g de proteína, 0 g de gordura e 4 g de carboidratos.
Ingredientes (para 7 porções)
½ xícara de morangos cortados;
¼ de maçã picada;
¼ de pera picada;
1 xícara de água quente;
1 sachê de gelatina de morango em pó (sem açúcar)
½ xícara de água fria.
Modo de preparo:
Colocar o pó da gelatina em um recipiente e virar a xícara de água quente por cima. Mexer até dissolver completamente o pó e, depois, adicionar a água fria. Por fim, colocar as frutas no fundo de um recipiente de vidro e adicionar a gelatina sobre a fruta. Levar à geladeira para refrigerar até que solidifique.


Quem não deve fazer esta dieta
Esta dieta não deve ser feita por mulheres grávidas ou que estejam em período de amamentação, assim como crianças ou adolescentes, já que se encontram em fase de crescimento. Além disso, idosos e pessoas com problemas renais ou hepáticos também devem evitar fazer este tipo de dieta, seguindo sempre uma alimentação pensada por um nutricionista. A dieta low carb propõe reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos. A orientação em uma alimentação convencional é que 50 a 60% do que é ingerido no dia seja carboidrato. Já nos métodos low carb, o macronutriente pode compor entre 45% a 5% do que é consumido em um dia.
É importante ressaltar que a redução extrema de carboidratos, algo abaixo de 40%, até proporciona o emagrecimento, porém ele não será saudável e pode ter uma série de consequências graves para a saúde. Os carboidratos incluem alimentos como arroz, macarrão, pão e batata.
Tem que malhar
Caso escute por aí que a low carb ajudou fulano a emagrecer 30, 40, 50 quilos sem atividade física, saiba: não há vantagem alguma nisso. “Exercício nunca é dispensável”, declara a nutricionista Isabella Vorccaro. “Inclusive, é um dos pilares da saúde”, acrescenta. Ocorre que, ao cortar os carboidratos, muita gente sente uma indisposição tremenda. Normal, pois o nutriente nos fornece energia. A solução, porém, não é parar de se mexer. Nem se entupir de cafeína. “Ela não produz energia. Só disfarça a fadiga”, aponta Gabriela Parise, nutricionista da RG Nutri. Fora que pegar pesado nos estimulantes pode acarretar danos depois.
Então é isso, escolhe bem seus alimentos, treine assiduamente e durma profundo !!!

Professor Leonardo Menezes

08/06/2020

Treino Kettlebell

Treino básico para ser feito com um kettlebell. 
Carga moderada.
Sem descanso entre os exercícios com kettlebell. Faz-se as trocas de exercício sem colocar o Bell no chão.
Bons treinos !!!

Para ajudar na dieta, temos este ebook com receitas maravilhosas low carb para vc variar na cozinha.

Grande abraço e bons treinos 
Prof. Leonardo Menezes

18/05/2020

Treino Circuito Express - 18/05/2020

Bom dia, para aqueles que não estão conseguindo vir treinar, por consequência do isolamento social, aqui segue o treino da segunda feira dia 18 de maio.
Se alimentem bem, tomem sol, bebam muita agua, pratiquem atividade física e meditem.
Estamos com muitas saudades de vcs !!!
Aproveitem. Carpe Diem.
Qualquer dúvida me aciona. 
Watts: (48)99988-2814
Professor Leonardo Menezes



17/05/2020

Síndrome Metabólica - Uma doença silenciosa e muito perigosa

                                           

O que é síndrome metabólica ?

O termo Síndrome Metabólica descreve um conjunto de fatores de risco que se manifestam num indivíduo e aumentam as chances de desenvolver doenças cardíacas, derrames e diabetes. A síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna, associada à obesidade, como resultado da alimentação inadequada, hábitos como tabagismo e do sedentarismo.
Nos países desenvolvidos, a síndrome metabólica é um problema grave. Nos Estados Unidos, mais de 40% das pessoas acima de 50 anos de idade podem ter a síndrome metabólica. Até crianças e adolescentes podem ter a síndrome metabólica, mas o número exato de pessoas afetadas é desconhecido.
Tem uma prevalência na população de 20-25%, mas isso depende do país, da raça e da idade. Atualmente, a epidemia de obesidade que vivenciamos é certamente a maior responsável pelo aumento significativo na prevalência da síndrome metabólica.
A probabilidade de desenvolver a síndrome metabólica é maior quando as pessoas armazenam excesso de gordura abdominal. 
Esse armazenamento provoca aumenta o risco dos seguintes problemas:
Doença arterial coronariana
Hipertensão arterial
Diabetes tipo 2
Níveis anormais de gorduras, incluindo colesterol, no sangue (dislipidemia)
Esteatose hepática
Gota
Síndrome do ovário policístico (em mulheres)
Doença renal crônica
Apneia obstrutiva do sono
Disfunção erétil (em homens)

A síndrome metabólica inclui:
Hipertensão arterial, 
Nível elevado de açúcar no sangue, 
Excesso de gordura corporal em torno da cintura e 
Níveis de colesterol anormais. 

Sintomas:
Praticamente todos os componentes da síndrome são inimigos ocultos porque não provocam sintomas, mas representam fatores de risco para doenças cardiovasculares graves.

Diagnóstico:
Para diagnosticar a síndrome metabólica, os médicos medem a circunferência abdominal, a pressão arterial e os níveis de açúcar (glucose) e gordura (lipídios) no sangue em jejum.
A circunferência abdominal deve ser medida em todas as pessoas porque mesmo aquelas sem sobrepeso ou que parecem magras podem armazenar excesso de gordura abdominal. Quanto maior a circunferência abdominal, maior o risco de síndrome metabólica e suas complicações. O risco é substancialmente maior se a circunferência abdominal for maior que:
79 centímetros (31 polegadas) em mulheres brancas
72 centímetros (28 polegadas) em mulheres indianas
93 centímetros (37 polegadas) em homens brancos
78 centímetros (30,7 polegadas) em homens indianos
Se a circunferência abdominal for alta, os médicos devem medir a pressão arterial e os níveis de açúcar e gordura no sangue em jejum. Os níveis de açúcar e gordura no sangue são geralmente anormais.
A síndrome metabólica é diagnosticada quando a circunferência abdominal for igual a 102 centímetros (40 polegadas) ou mais nos homens ou igual a 88 centímetros (35 polegadas) ou mais nas mulheres (indicando excesso de gordura abdominal) e quando as pessoas receberam ou estiverem recebendo tratamento para dois ou mais dos problemas abaixo:
Nível de açúcar no sangue em jejum igual a 100 mg/dl (miligramas por decilitro) ou maior
Pressão arterial igual a 130/85 mm Hg (milímetros de mercúrio) ou maior
Nível de triglicérides (uma gordura) no sangue em jejum igual a 150 mg/dl ou maior
Nível de lipoproteína de alta densidade (HDL – colesterol bom) de 40 mg/dl ou menos nos homens ou 50 mg/dl ou menos nas mulheres
Alguns marcadores no sangue, entre eles a proteína C-reativa (PCR), são indicativos da síndrome.
Obesidade central ou periférica determinada pelo índice de massa corpórea (IMC), ou pela medida da circunferência abdominal (nos homens, o valor normal vai até 102 e nas mulheres, até 88), ou pela relação entre as medidas da cintura e do quadril.
Além de uma grande circunferência da cintura, a maioria dos distúrbios associados à síndrome metabólica não apresenta sintomas.
Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica. Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais.

O que são doenças metabólicas ?
Doenças metabólicas são condições onde os processos organicos do corpo estão funcionando de forma incorreta. Por exemplo, no Diabetes há uma dificuldade na utilização da glicose pelas células e também há um aumento na produção desta pelo organismo.
A Síndrome Metabólica tem como base a resistência à ação da insulina (hormônio responsável pelo metabolismo da glicose), daí também ser conhecida como síndrome de resistência à insulina. Isto é: a insulina age menos nos tecidos, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina e elevando o seu nível no sangue. Alguns fatores contribuem para o seu aparecimento: 
os genéticos, 
excesso de peso (principalmente na região abdominal) 
e a ausência de atividade física (sedentarismo).

Fatores de risco:
Grande quantidade de gordura abdominal: em homens, cintura com mais de 102 cm e nas mulheres, maior que 88 cm;
Baixo HDL ("bom colesterol"): em homens, menos que 40mg/dl e nas mulheres menos do que 50mg/dl;
Triglicerídeos elevados (nível de gordura no sangue): 150mg/dl ou superior;
Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior ou se está utilizando algum medicamento para reduzir a pressão;
Intolerância à glicose, caracterizada por glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou por glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
Obesidade, especialmente obesidade central ou periférica que deixa o corpo com o formato de maçã e está associada à presença de gordura visceral;
Ácido úrico elevado;
Microalbuminúria, isto é, eliminação de proteína pela urina;
Fatores pró-trombóticos que favorecem a coagulação do sangue;
Processos inflamatórios (a inflamação da camada interna dos vasos sanguíneos favorece a instalação de doenças cardiovasculares);
Resistência à insulina por causas genéticas.
Ter três ou mais dos fatores acima é um sinal da presença da resistência insulínica. Esta resistência significa que mais insulina do que a quantidade normal está sendo necessária para manter o organismo funcionando e a glicose em níveis normais.
A maioria das pessoas que tem a Síndrome Metabólica sente-se bem e não tem sintomas. Entretanto, elas estão na faixa de risco para o desenvolvimento de doenças graves, como as cardiovasculares e o diabetes.

Resistência à insulina (insulina x diabetes)
A justificativa para esse acréscimo alarmante nas chances de desenvolver o diabetes tipo 2 é que todas as doenças que fazem parte da Síndrome Metabólica têm como base a resistência à ação da insulina.
Isto quer dizer que o hormônio passa a agir no organismo de maneira desordenada, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina, o que aumenta o seu nível no sangue. E a consequência desse acréscimo, como sabemos, é o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Qual o Tratamento ?
Se você encontra-se no grupo de risco, ou seja, é sedentário, está com sobrepeso, tem histórico de diabetes na família, está com os níveis elevados de gordura no sangue, ou pressão alta, fique atento, pois pode estar a um passo da síndrome metabólica.
Então, o mais importante a se fazer é procurar um médico. Ele fará todos os exames e identificará o melhor tratamento para você. 
O aumento da atividade física e a perda de peso são as melhores formas de tratamento, mas pode ser necessário o uso de medicamentos para tratar os fatores de risco. Entre eles estão os chamados "sensibilizadores da insulina", que ajudam a baixar a açúcar no sangue, os medicamentos para pressão alta e os para baixar a gordura no sangue.
Se você identificou em seu organismo alguns dos fatores, descritos acima, procure um profissional. O endocrinologista é o especialista em hormônios e metabolismo, que pode fazer o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento mais adequado se você tiver a síndrome.
Para o tratamento de pacientes com síndrome metabólica a redução do peso é fundamental visando diminuir 5 a 10% do peso corporal inicial. A alimentação visa reduzir a ingestão de gorduras saturadas e trans. (hidrogenados) e preferir as gorduras insaturadas, aumentar a ingestão de frutas, hortaliças e leguminosa, reduzir a ingestão de açúcar, realizar o acréscimo de cereais integrais à dieta.
A prática de exercícios físicos deve ser orientada com uma duração mínima de 30 minutos, de intensidade moderada, no mínimo 05 vezes por semana.

Síndrome Metabólica Tem Prevenção ?
Perder peso e praticar alguma atividade física são as melhores formas de prevenir e tratar a Síndrome Metabólica. Detectar o problema pode reduzir o aparecimento de futuras doenças cardíacas. Além disso, você terá tempo de mudar seu estilo de vida, evitando o desenvolvimento de diversas complicações.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Prevalência:
As manifestações começam na idade adulta ou na meia-idade e aumentam muito com o envelhecimento. O número de casos na faixa dos 50 anos é duas vezes maior do que aos 30, 40 anos.
Embora acometa mais o sexo masculino, mulheres com ovários policísticos estão sujeitas a desenvolver a síndrome metabólica, mesmo sendo magras.

Recomendações:
Passe por avaliação médica regularmente, mesmo que não esteja muito acima do peso, para identificar a instalação de possíveis fatores de risco;
Lembre-se de que a síndrome metabólica é uma doença da civilização moderna associada à obesidade. Alimentação inadequada e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento de peso. Coma menos e mexa-se mais;
Deixe o carro em casa e caminhe até a padaria ou a banca de revistas. Sempre que possível, use as escadas em vez do elevador. Atividade física não é só a que se pratica nas academias;
Escolha criteriosamente os alimentos que farão parte de sua dieta diária. As dietas do Mediterrâneo, ricas em gorduras não-saturadas e com reduzida ingestão de carboidratos, tem-se mostrado eficazes para perder peso;
Evite cigarro e bebidas alcoólicas que, associados aos fatores de risco, agravam muito o quadro da síndrome metabólica.
A união de má alimentação com sedentarismo tem como resultado um dos maiores problemas da sociedade moderna: a obesidade! E junto com a obesidade, podemos ter outras doenças, como aumento da pressão arterial, açúcar elevado no sangue, excesso de gordura corporal na cintura e os níveis de colesterol ou triglicérides anormais. A união desses problemas pode desencadear na chamada síndrome metabólica.
Segundo a American Heart Association, cerca de 47 milhões de americanos foram detectados com o problema. O que significa que um em cada seis pessoas apresentam a síndrome metabólica nos Estados Unidos.
Claro que qualquer um desses fatores de risco não fazem bem para a saúde. Porém, quando eles se juntam, podem apresentar um cenário ainda mais grave, como o aumento da chance de desenvolver doenças cardíacas, o que pode levar a ataques cardíacos e derrames. Além disso, também aumentam em cinco vezes o risco de diabetes tipo 2.
E para finalizar pode ser feito o uso de probióticos e probióticos, pois há relação entre a flora ou microbiota intestinal e doenças crônicas, sendo demonstrado que tanto a diversidade, como os tipos de bactérias (quantidade e qualidade), presentes no intestino influenciam a ocorrência de algumas doenças.
Com as medidas não farmacológicas, principalmente perda de peso, mudanças dietéticas e exercício físico, é possível normalizar as alterações metabólicas sem necessidade de medicamentos e independentemente dos critérios utilizados para seu diagnóstico, é de comum acordo que mudanças no estilo de vida, com o objetivo primário de perda de peso, sejam introduzidas sempre.

Prof. Leonardo Menezes
Cref.9800G-SC

16/07/2014

Curso Kettlebell - Nível 1 - Blumenau

Com muita técnica e anos de trabalho, desenvolvemos um curso voltado ao profissionais da área e amantes do esporte, O curso que revolucionará suas aulas em academia ou como personal training, ou mesmo pra você que tem pouco espaço pra treinar em casa, pois o necessário é apenas um kettlebell. Ferramenta barata e que vai mudar seu corpo, com movimentos multiarticulares, unilaterais ou bilaterais. Caso tenha interesse no curso em sua academia entre em contato. 

07/10/2010

Exercícios x Depressão



A atividade física costuma ser prescrita por médicos para auxiliar no tratamento de enfermidades como doenças do coração, colesterol elevado e até diabetes. Mas, um estudo americano acaba de expandir a lista de benefícios e mostra que os exercícios também são capazes de combater a depressão.
A pesquisa foi coordenada por um grupo de psiquiatras da Universidade da Carolina do Norte, que avaliaram pacientes clinicamente diagnosticados com a doença. Nesse grupo, havia os que praticavam exercícios aeróbios regularmente, os que usavam medicação antidepressiva e os que combinavam remédios e atividades físicas.
Constatou-se que o índice de depressão melhorou em cerca de 90% na turma que apenas praticou exercícios aeróbios. Já aqueles submetidos a medicamentos tiveram uma redução de 55% na incidência da doença, e o terceiro grupo (medicação e exercícios) teve uma melhora de 60%.
Os especialistas salientam, então, que praticar atividades físicas até três vezes por semana é a maneira mais eficaz de manter a saúde mental em ordem.
Então amigos, vamos continuar treinando forte !
Grande abraço e bons treinos...

06/10/2010

CREATINA


A Creatina foi descoberta em 1835 por um cientista francês. A creatina ainda é considerada o suplementos alimentar mais popular e para atletas e outros desportistas.
Encontrada naturalmente em carnes vermelhas a creatina é um derivado de aminoácidos, mais comumente, metionina, glicina e arginina. É utilizada para ganho de força e para desenvolver massa muscular.
A creatina inicialmente não ficou tão conhecida e se tornou popular somente nos anos 90. Há muitos estudos que provam que seu uso é seguro e eficaz.
Em termos de segurança, isso já é um fato. Ela não é uma substância salvadora, mas seus efeitos terapêuticos são extremamente promissores, por mais que a creatina tenha sido maltratada nos últimos anos.
Pesquisas atuais avaliam o uso de creatina no tratamento de diabéticos. Ela melhora o controle metabólico em caso de diabetes. Auxiliando a colocar açúcar do sangue para dentro do músculo. É similar à metformina, o medicamento antidiabetes mais empregado. Há estudos também, para aferir efeitos da creatina no campo da cognição em geral, melhorando memória e aprendizagem.
A Creatina tem duas funções principais:
• Quando é tomada, há um notável aumento no tamanho das células musculares.
• Ela atua como uma fonte de trifosfato de adenosina (ATP), que é uma fonte imediata de energia, e isso leva indiretamente ao crescimento dos músculos.
Principais Creatinas no mercado:
Creatina Monohidrato: É considerada o mais comum de todas as creatinas. Quando uma molécula de creatina é misturada com água, torna-se a creatina monohidratada. A composição da creatina monohidratada é quase sempre 88% de creatina com 12% de água. Em outras palavras, 880 mg de creatina está presente em cada grama de creatina monohidratada. Hoje em dia, a creatina monohidratada é micronizada para melhor absorção.
No entanto, monohidrato de creatina tem as suas desvantagens.
• Parece não ser tão eficaz quando quando comparadas aos estudos no nível molecular.
• Não há penetração na célula muscular.
• Uma vez que é hidrofílica, não há penetração nas camadas lipídicas.
• É dependente de outros nutrientes para o transporte de energia.
• Não há transporte eficiente por meio lipídico.
• O inchaço é um dos seus principais efeitos colaterais.
Creatina citrato: A solubilidade em água é uma das razões para a popularidade do citrato de creatina. Em palavras simples, quando colocadas em água, dissolve-se facilmente e rapidamente. citrato de creatina é um produto de ácido cítrico ligado as moléculas de creatina. A teoria é que a combinação de ácido cítrico e creatina dá energia muscular relativamente maior do que citrino sozinha. No entanto, isso ainda não foi comprovado na prática.
Desvantagens da creatina Citrato:
• Nível de creatina é 40% inferior ao que é encontrado na mono.
• Citrato de creatina é caro quando comparado a creatina monohidratada.
Fosfato de Creatina: A creatina é ligada a uma molécula de fosfato, que resulta em fosfato de creatina. Ele atua como uma fonte de trifosfato de adenosina e dá mais energia para fisiculturistas e atletas.
Desvantagens de Fosfato de Creatina:
• Ele é menos eficaz quando comparado a creatina monohidratada.
• É cara.
Creatina Malato: Como o nome sugere, quando o ácido málico, liga-se a creatina, malato de creatina se forma. Acredita-se que a malato tem um maior potencial do que a mono, uma vez que o mesmo é necessário para a criação de energia.
Creatina Ester: É chamada creatina etil éster e formada pela ligação de uma molécula de éster a creatina. Ela foi criada no centro médico da Universidade de Nebraska pela mistura de um ácido com álcool. Diz-se que pode permear a membrana celular de forma eficaz. Poucos estudos foram realizados com essa creatina para afirmar que ela é realmente melhor que a monohidratada.
Além de todos esses, existem creatinas efervescente e de magnésio que são menos usadas.



Para comprar creatina monohidratada acesse minha loja virtual: 
BodyAngel Store - Creamax - Bodygenics

05/07/2010

BCAA - Branch Chain Amino Acids

Os aminoácidos BCAA de cadeia ramificada são compostos pela Isoleucina, Leucina e Valina, e representam um terço das proteínas do tecido muscular. Essa representação é bastante significativa, pois essas proteínas são importantes para construção de músculos e o aumento de energia nas células musculares. Os aminoácidos BCAA de cadeia ramificada demostraram fornecer o suporte necessário para as atividades físicas voltadas para o ganho de tecido muscular, uma vez que aumentam a velocidade em que ocorre a síntese de proteínas, diminuem a taxa de degradação protéica e ajudam na recuperação pós-exercício. Os aminoácidos BCAA de cadeia ramificada também desempenham um papel importante no fornecimento de energia para praticantes de atividades físicas.
ISOLEUCINA
A Isoleucina é um aminoácido essencial. Ela tem um papel vital na síntese da proteína, no desenvolvimento da massa muscular e na prevenção da perda muscular. A vantagem da utilização da Isoleucina por atletas em treinamento intenso é que ela, assim como os outros aminoácidos, ajuda o organismo a se recuperar. Também é necessária para a formação da hemoglobina, responsável direta pelo transporte de ferro no sangue, pela regulação dos níveis de açúcar no sangue, que é convertido em energia nos músculos durante os exercícios e é utilizada como combustível pelas células musculares evitando assim que outros aminoácidos sejam consumidos (catabolismo).
LEUCINA
A Leucina é utilizada como fonte energética para os músculos. Ela tem papel vital no funcionamento do sistema imune e, assim como Isoleucina, ela também é usada como proteção, combustível e reparo muscular. Os atletas devem ingerir Leucina para potencializar ganho de massa muscular, já que 90% da Leucina ingerida na alimentação pode ser utilizada como fonte energética pelos músculos. Alem disso, ele previne a perda muscular (catabolismo) e participa da produção do hormônio do crecimento (GH) e ajuda na manutenção de níveis adequados de testosterona nos homens.
VALINA
O terceiro e último aminoácido BCAA mas não de menor importância é a Valina. A Valina possui uma função importante no desenvolvimento muscular, no funcionamento do sistema imunológico e no equilíbrio dos níveis naturais de agua e nitrogênio no organismo. Um balanço positivo de nitrogênio está associado ao ganho de massa muscular. Já um desequilíbrio neste balanço indica que você pode não estar consumindo proteína suficiente, o que resultará em uma possível perda de tecido muscular (catabolismo). Se não ingerirmos uma quantidade adequada de Valina, aumentamos nossa chance de um desequilíbrio desse sistema crítico.
Para concluir, o BCAA é importante para a síntese de proteína, construção de músculos, prevenção da perda muscular, recuperação físicae para fornecer energia aos músculos em atividade. Colocando de forma bem clara, sem o BCAA seus músculos não iram se recuperar e crescer de forma tão otimizada. Como seu corpo não é capaz de produzir o BCAA é necessário obtê-lo por meio da dieta ou da suplementação. Muitos estudo indicam que a suplementação com BCAA antes e após o exercício pode melhorar respostas fisiológicas e psicológicas durante o exercício, evitando a fadiga central e reduzindo sintomas comuns de overtraining como falta de aptetite, queda da performance, imunossupressão e depressão.


26/06/2010

Sábado de Treino

Nesta vida, uma das coisas que aprendi nestes anos trabalhando e convivendo com pessoas, é que sempre temos um leque de opções. Para tudo existem várias opções. E neste sábado, 26 de junho, tinhamos a opção de treinar. E que treino. Bom, pra quem não foi, vou contar como foi...
Antes um pouco de começarmos, Marcelão disse que estava louco pra socar. Então, partimos para o aquecimento: Circuito de soco e chute 8 rounds de 2 min por 30 seg de descanso.
Partimos então para as MedBalls. Que infinidades de opções ! Agachamentos, Rotações e arremessos. Tudo realizado com amplitudes máximas. Eu ainda me impressiono com o que podemos fazer com essa incrível ferramenta de treino. SALVEM AS MEDBALLS !!!
Encerrado o aquecimento partimos pra os Kettlebells. Hoje o grande destaque do treino foi a execução de alguns exercícios com deslocamento. Mas não deixamos de fazer o básico; Swing, Arremessos, Agachos entre tantos outros exercícios que esta ferramenta nos possibilita fazer..
Este treino foi a abertura da fase de potência. Os treinos serão focados em exercícios pliométricos e balisticos.
O que que significa isso ??? Vem treinar que eu te explico !!!

22/02/2010

Kettlebell - Uma Ferramenta Poderosa

O kettlebell é uma peça que pertence ao mundo antigo, onde bolas de ferro, muitas delas de peso elevado, eram usadas como peso. Os homens fortes da época usavam esses pesos para demonstrar suas forças, participando de atividades e jogos com essas peças antigas. A história detalha a presença dessas atividades na Europa desde o século XVI, onde bolas de ferro maciças eram encontradas em feiras e mercados da época. Porém foi na Rússia czarina que essas esferas de metal começaram a revelar sua verdadeira significância na aquisição de força e resistência (endurance). Completa com uma alça prática, o kettlebell ou gyria se tornou a peça principal para qualquer guerreiro russo. De fato, de acordo com Pavel Tsatsouline, grande responsável pela introdução do kettlebell training nos Estados Unidos, na Rússia czarina os termos strongman e girevik ou kettlebell man eram sinônimos.
Muito tem sido falado a respeito do kettlebell training nos Estados Unidos e tudo isso se deve às distintas vantagens que o método oferece comparado com as outras modalidades que o mercado, principalmente o brasileiro, tem oferecido. Abaixo estão enumeradas algumas das razões pela qual se fala tanto da eficiência dos kettlebells:
* Produz trabalho de força em grande amplitude de movimento. Essa amplitude de movimento avantajada provoca o stretch reflex, o que aumenta a capacidade do corpo humano de produzir forca, movimentação e agilidade.
* Expõe fraquezas individuais e promove correções de assimetria corporal. Como a maioria dos gestos executados no kettlebell training é feita unilateralmente, assimetrias e compensações são muito mais fáceis de serem detectadas.
* Auxilia no desenvolvimento de estruturas articulares fortes e flexíveis. Kettlebell training exige muito que as articulações se estabilizem dinamicamente, o que reduz o potencial de lesão e permite maior eficiência na produção de forca muscular.
* Oferece uma infinita variedade de exercícios com uma única peça.
* Intensifica a produção de potência muscular.
* Ensina o corpo a maneira de absorver força e redirecioná-la.
O treinamento com kettlebell é muito popular entre os praticantes de lutas, principalmente grappling e Artes Marciais Mistas (MMA) (outrora conhecido como vale-tudo). O atualmente considerado melhor lutador peso pesado do mundo, o russo Fedor Emelianenko é um grande entusiasta do método.
Se voce gostou e quer experimentar esta maravilhosa ferramenta de treino, ligue-nos e marque sua aula experimental. Temos certeza que vc vai se surpreender com nosso método de trabalho.
Aguardamos seu contato.
BODY ANGEL - Preparação físcia
(48) 99616-9528 (Vanessa)
Servidão Pedro Edmundo Bitencurt 389 - Rio Tavares
Florianópolis - SC


04/12/2009

Inaugurando um Sonho !!!

Olá, no mês de outubro inaugurei o meu estúdio de Preparação Física, que tem como nome algo que me conquistou, o estilo Body Angel. Digo que Body Angel é um estilo de vida e não apenas um estúdio de Preparação Física, pois isso tudo surgiu tem um tempo e tem haver com meu modo de pensar e trabalhar, tem haver com crescer a cada dia, me atualizar sempre e fazer tudo o que for possível para deixar o meu aluno feliz e satisfeito.

O estúdio ficou muito atrativo, tudo acontece com mais descontração, a aula fica animada e divertida, a hora passa e você nem percebe. O estúdio Body Angel foi feito em uma casa específica para o projeto, com mais de 50m2 de tatame bem equipado para o que chamamos de treinamento Cross Combat, uma mistura de boxe, muay thai, defesa pessoal, numa aula dinâmica, com grande queima de calorias, temos também vestiário masculino e feminino e uma área com espelho, elásticos, medice balls, remo, bike spinning, correntes, sacos de areia, cordas e kettelebells (esses últimos dão grande suporte ao Spartan Training - postarei algo exclusivo sobre isso logo logo, pois é novidade aqui em Florianópolis, treinamento de elite).

As aulas são diferenciadas porque além da preparação que é feita de forma exclusiva para cada necessidade, dou dicas de alimentação, alimentos funcionais, suplementação e hábitos do dia a dia. Dessa forma eu te ajudo e você me ajuda a te ajudar. Complicou? Não, apenas vou lhe ensinando qual a melhor maneira de você atingir seus objetivos, não importa quais são, o que importa é que se você quer algo de verdade, tenha certeza, você vai conseguir. Eu acredito em você. E você?

Abraço, até breve.

Prof. Leonardo Menezes.

Body Angel.

06/04/2008

AJUSTE SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO

A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL TEM UMA ENORME RELAÇÃO COM SEU SISTEMA IMUNOLÓGICO. MELHORE A DIETA E AUMENTE SUA SAÚDE. O sistema imunológico é uma complexa rede de tecidos, orgãos, células e substâncias que protegem o nosso corpo de infecções e doenças. Como o corpo está constantemente em contato com microorganismos, esse complexo sistema defende o organismo de invasores externos.
Estudos recentes têm associado o impacto positivo da prática regular de exercícios físicos na melhora do sistema imunológico. O exercício de média intensidade está associado à diminuição de episódios de infecção devido a melhoria de funçõesde importantes componentes imunológicos. Porém, vale ressaltar, que quando praticado além de determinado limite, o exercício se associa ao aumento de incidência de doenças infecciosas, notadamente das vias respiratórias. Por outro lado, outros estudos têm mostrado que a alimentação regrada e alguns nutrientes específicos podem beneficiar em muito a resposta imunológica, os quais devem ser priorizados em fases mais intenças de treinamento e competição. Segue abaixo algumas dicas de alimentos e nutrientes que podem auxiliar o sistema imunológico.
  1. Gorduras "boas" (EFA's) - Alguns ácidos graxos insaturados têm o poder de melhorar a resposta imunológica quando associados a uma alimentação balanceada. Podemos destacar os ômegas 3 e 6, que tem como principal função a regulação de algumas células imunológicas. Esses nutrientes estão em peixes (salmão, sardinha...), óleos (azeite extra virgem...) e castanhas (nozes, castanha do pará e caju).
  2. Carotenóides - Encontrados principalmente em vegetais e frutas de cores amarela, laranja e vermelhas. Ativam o sistema imunológico, logo melhoram a defesa do organismo.
  3. Vitamina E - Encontrado em alguns óleos vegetais como óleo de milho, soja e no azeite de oliva. Quando ingeridos melhoram a resposta imunológica e tambem considerado um antioxidante.
  4. Vitamina C - Tem ação atioxidante e melhora os efeitos da vitamina E, regenerando suas formulas de ação quando ocorrem formações de radicais livres. Têm efeitos benéficos principalmente em infecções respiratórias e nas gripes. Fontes: laranja, acerola, limão, abacaxi entre outras frutas ácidas.
  5. Carboidratos - Tem sido frequentemente associado a melhora do sistema imune, especialmente se suplementado durante treinos longos ou intensos. Deve ser consumido na alimentação de forma fracionada principalmente logo após os treinos.
  6. Probióticos - São bactérias benéficas contidas no iogurte, leite fermentado ou vendidas nas forma de suplementos, que reforçam o sistema imune.

Tente acrescentar gradualmente estas dicas em seus hábitos alimentares e sinta uma melhora significativa no seu sistema imune.

17/09/2007

Índice de Massa Corporea

O índice de massa corporal tem sido largamente utilizado como índice para problemas relacionado com a sindrome metabólica, pela facilidade de testar grande número de indivíduos.
Peso (Kg)
------------ = I.M.C.
Altura (m)2
Apesar de não discriminar os componentes gordo e magro da massa corporal total, o IMC é o método mais utilizado para avaliação do grau de risco associado à obesidade, já que diversos estudos demonstram uma íntima relação entre IMC aumentado e risco de doenças. Como interpretar seu resultado de IMC
  • Até 18,4: Você está com o peso abaixo do normal. Consulte um especialista para saber se há algum problema com sua saúde que esteja causando este peso abaixo do normal, ou se o peso abaixo do normal pode estar de alguma forma ameaçando sua saúde.
  • 18,5 a 24,9: Seu peso está dentro da faixa considerada normal pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 18,5 a 24,9 de índice de massa corporal (IMC). Algumas pessoas, no entanto, já podem ter um maior risco de problemas metabólicas mesmo dentro desta faixa, principalmente se acumularem gordura na região interna do abdome. Uma maneira simples de avaliar isto é medir a circunferência da cintura. Mais de 80 cm de cintura em mulheres e 94 cm em homens podem indicar um possível excesso de gordura no interior do abdomem. Riscos à parte, muita gente que se encontra nesta faixa de peso considerada normal tenta emagrecer, principalmente por razões estéticas. Para estas pessoas recomenda-se apenas um planejamento alimentar saudável e a prática regular de atividades físicas. Os remédios para emagrecer em princípio não estão indicados.
  • 24,5 a 29,9: Você está dentro da faixa chamada de pré-obesidade pela Organização Mundial de Saúde. Sabe-se que este peso já pode representar um risco considerável para a saúde. Se você também está com a pressão alta, diabetes ou aumento de colesterol, os remédios para emagrecer serão indicados se você não conseguir emagrecer sem eles. Nunca utilize nenhum deles sem um acompanhamento médico cuidadoso. Mesmo utilizando medicamentos, lembre-se de que é muito importante um planejamento alimentar e a prática de atividades físicas. A eficácia dos medicamentos aumenta muito quando estes fundamentos não são esquecidos.
  • 30,0 a 34,9: Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe I” pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 30 a 34,9 kg/m2 de IMC. Seu peso já está causando um risco aumentado para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. Sua obesidade, por si só, já é considerada uma doença e necessita ser tratada com remédios. Procure seu médico para uma orientação adequada. Nunca utilize medicamentos sem acompanhamento médico, e lembre-se de que é muito importante um planejamento alimentar e a prática de atividades físicas. A eficácia dos medicamentos aumenta muito quando estes fundamentos não são esquecidos.
  • 35,0 a 39,9: Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe II” pela Organização Mundial de Saúde. Esta faixa vai de 35 a 39,9 kg/m2 de IMC. Seu peso já está causando um risco muito aumentado para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. Sua obesidade, por si só, já é considerada uma doença e necessita ser tratada com remédios. Se você além disso tem também diabetes, hipertensão arterial ou outra complicação importante da obesidade, a cirurgia para emagrecer pode ser a melhor solução para o seu caso. Procure seu médico para uma orientação adequada.
  • 40 ou mais Você está na faixa de peso denominada “obesidade classe III” pela Organização Mundial de Saúde. Esta categoria engloba todos as pessoas com mais de 40 kg/m2 de IMC. Muitas vezes é chamada também de obesidade mórbida. Seu peso já está causando um risco altíssimo para várias doenças, incluindo o diabetes, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e diversos tipos de câncer. A obesidade neste grau é considerada uma doença grave e necessita ser tratada com todos os recursos disponíveis, incluindo os remédios e a cirurgia para emagrecer. Procure seu médico para uma orientação adequada.

16/09/2007

Musculação

Hoje ela é indicada desde adolescentes a idosos, a musculação saiu da escuridão de salas úmidas para ganhar status de atividade principal em grandes academias. Veja abaixo pontos positivos e negativos da prática deste esporte.
Pontos Positivos:
  1. Pode ser trabalhado diferentes tipos de treino: hipertrofia (predomínio de ganho de massa muscular) ou resistência (predomínio de muitas repetições);
  2. Ajuda a melhorar a consciência corporal;
  3. Diminui o risco de lesões;
  4. Pode fortalecer a musculatura envolvida na postura como os dorsais e lombares;
  5. Previne a osteoporose.

Ponto Negativo

  1. Deve-se tomar muito cuidado com a postura de execução dos exercícios para não ocorrer lesões e dores;
  2. Pesos livres necessitam maior cuidado técnico

Tempo desejável de prática:

Os resultados já aparecem com uma regularidade de 3x/semana em 2 meses. Mas, após a adaptação é importante ir variando os tipos de treinos para mudar os estímulos

Gasto calórico médio:

De 200 a 700 kcal/hora, dependendo do tipo de treino

Indicado para:

  1. Todas as pessoas que estejam com liberação médica em mãos;
  2. Os treinos podem ajudar na perder gordura, aumentar a massa muscular e definir o corpo;
  3. Auxílio nos problemas posturais;
  4. Pessoas com patologias até podem fazer, mas devem ser programas especiais e individualizados.

Conselho BodyAngel Nunca faça um treino "por conta própria" ou o treino do seu amigo, com a premissa: "é bom para ele vai ser bom para mim". O treino de musculação deve ser prescrito e individualizado, assim consegue-se os melhores benefícios, minimizando os riscos.